Tendências de Mercado, Novos paradigmas, Novos "dogmas...

  • Juliana Grazini dos Santos
  • Natela

Enfim...é o que o consumidor esta pedindo, é o que a sociedade esta implementando, é o que o mercado esta oferecendo ou vai oferecer, é o desafio dos profissionais técnicos...

A agência Born to Run @ Babel apresentou as 10 tendências para decriptar o que comemos e o que isso signfica.

1. Ingerir as forças…da natureza

O sconsumidores querem « comer natural », se afastar da tecnologia, comer alimentos « puros » e não os transformados. Porque comer enquanto se está vivo é ser, comer natural é encontrar sabores.

2. As bebidas csão como aplicativos : tem pra todo mundo.

Antes bebia-se quando se tinha sede, os Americanos porque não podiam fumar.

Contrex (agua da Nestlé, fonte francesa) nos ensinou a “eliminar”. Evian a juventude e hop! Foi dada a largada !

A gente não quer mais ficar melhor quando a gente tem dor. A gente quer beber para prevenir doenças, cuidar de uma parte do corpo ou deixar o cérebro em dia. Cada parte do corpo tem uma função. E esta função tem sua bebida.

3. « Eating good » is « adding good »

Pensar e compor as refeições não é unicamente associar sabores, é criar uma « alquimia nutritiva ». Não se pensa pelo paladar mas pelo corpo.

A refeição é uma combinação, benéfica e funcional. Não se come se “super-come”.

4. Good waste

Se dá prazer a cabeça e ao paladar. Em bucas de sensações o consumidor esquece do seu lixo.

Antes o « lixo » era um composto de restos de refeições. Em seguida foi “proibido” consumir porque se absorvia pesticidas. Agora se aprende a cozinhar com todos os ingredientes.

5. Home production

Eu cuido e produzo como um rpofissional. O “lar” tornou-se uma cadeia de produçao multifunção : da máquina de iogurte ao fatiador de presunto. O “home-made » não se resume mais à preparar receitas. Os consumidores podem também desenvolver seus ingredientes como os industriais. Eles se tornaram engenheiros de suas cozinhas.

6. Eatmagination

Antes, para inovar e surpreender, era necessário « brincar » com as leis da física. Atualmente ultrapassamos limites bizarros.

7. Only God

Se limitar à um alimento, se engajar com força, tentar uma experiência quase mística. Estes são so sacrifícios da disciplina e da obsessão. É como uma religião. À maneira monoteísta, os fiéis são devotos do culto de um único e exclusivo alimento. Os restaurantes se tornam os templos para carnívoros, fritóvoros, crudívoros...As lojas de alimentos (épiceries) criam altares para as divindades: mozzarella, pop-corn, ou tiramisu.

8. F2.0D

O 2.0 faz compartilhar as identidades, os humores e as próprias vidas. Agora é a comida que se compartilha : pratos no Pinterest, receitas no Facebook, opiniões no Marmiton. Antes de comer a gente “scrolle”, clica, curte, swipe, compartilha. E como a gente, ela defende a transparência, jura responsabilidade e quer que tudo seja uma experiência.

9. Z comme Zchizophrène (E como esquizofrênico)

Muito mais desperta e « conhecedora » da alimentação, que as gerações precedentes, a nova sabe como cozinhar sementes de soja e conhece as vantagens do « banho maria ». Ela conhece muitos nomes de legumes de países longíquos e ingurgita um “bimbimbap” sem hesitar.

10. Playfood

A « food porn » nos deu vontade de devorar, a « playfood » nos deu vontade de brincar, aprender, encenar e criar. As frutas se transformam em avião, os bolos em castelos, os pratos em quadros (pintura) e as cozinhas em ateliers.

Conclusão

Nossos avós cultivavam legumes. Para esta geração o fazer é um ato estatutário, no limite do militantismo. Eles faziam sopas, nós também, quando não tomamos com gengibre e uma alga “ultraproteinada”.

Isso é o que há de fascinante com a alimentação. Tudo evolui: os produtos, os hábitos, o consumo e o valor imaginário atribuído.

BornToRun@Babel pesquisa( scaneia) estas mudanças, estas evoluções que constroem tendências e que se encontram no cotidiano, nas cozinhas e nos pratos.


Fonte: Revista AND – Les sequences de l’unnovation. Publié le 07/04/2016 Par Mélanie Roosen

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