Tem "publicidade" ("propaganda) na farmácia ?

  • abundancia

Regulamentação? Regularização? Proibição? Interdição? Repressão?

Movimentos militantes me cansam, pessoas que levantam "bandeirinha" focado numa causa, sem conhecer o "todo" de uma questão estão começando a me cansar.

Se as empresas do setor de alimentos crêem principalmente e sobretudo na compra por impulso; aquela feita nos locais de distribuição e por puro e "simples" apelo "neuro-emocional", pergunto eu: proibir a publicidade vai contribuir com a diminuição do consumo  de alimentos "batizados" como  "insalúbres" ?

Ora, se eu chego na farmácia, cansada, com dor de cabeça e com aquela tristeza típica que causa a debilidade física, como eu posso reagir quando me daparo com um "arsenal" de balas, doces e bebidas que poderão me consolar?

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E como eu eu devo reagir àquele monte de coisinhas docinhas e sedutoras que eu encontro toda manhã, ou quando estou esperando minha carona, ou meu ônibus, no caixa da banca de revistas?

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Como estes "experts" do militantismo anti-publicidade ainda não se deram conta que a disponibilidade, o posicionamento, o momento e facilidade de aquisição  deveriam realmente ser discutidos e repensados.

Cada vez que vou a São Paulo e me deparo com o arsenal de "doçuras" nos caixas de farmácia, nas bancas de jornais,  e com os milhares "kiosques" de alimentos, eu pergunto: isso não é questionado?

 

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Na França, os distribuidores de alimentos nas escolas foi proibido em 2004... 

http://www.senat.fr/questions/base/2004/qSEQ04110595S.html

 

Vamos refletir?

 

 

Juliana T. Grazini dos Santos

 

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